O Serviço Social da Indústria surgiu da inteligência e boa vontade de muitos, que sensibilizados com o clamor de alerta da classe empresarial, liderada por Roberto Simonsen, resolveram contribuir com a Nação prestando serviços à comunidade industriária brasileira, num momento de muita agitação vivido pelo nosso País, devido a inquietação social gerada pelo pós-guerra.
Há 60 anos o Serviço Social da Indústria vem trabalhando quotidianamente, por todos os estados brasileiros, valorizando o trabalhador e assegurando seu bem-estar e de sua família, numa junção de esforços que reflete os anseios da Carta da Paz Social, aprovada na Conferência de Teresópolis, realizada de 1º a 6 de maio de 1945.
Nesse momento sentiram que novos tempos viriam após o pós-guerra e a partir daí um novo enfoque foi dado nas relações entre empregados e empregadores. Roberto Simonsen tomou a frente e por meio de estatísticas provaram que o País precisava de um esforço comum de todos os brasileiros e assumiram o compromisso de conseguir em curto prazo de tempo grandes resultados.
A partir desse momento a Indústria começou a produzir cada vez mais e melhor, assegurando alguns direitos e deveres entre empregados e patrões.
Todos os receios, anseios e constatações da classe empresarial foram levados ao presidente Dutra e ao ministro do Trabalho, Morvan Dias de Figueiredo, o que resultou no Decreto-Lei 9.403, de 25 de junho de 1946, que atribuiu à Confederação Nacional da Indústria o direito de criar, organizar e dirigir a nova entidade por eles preconizada e que daria serviço social ao trabalhador.
Em 1º de julho do mesmo ano os membros do Conselho de Representantes da CNI – Confederação Nacional da Indústria, assim que tomaram conhecimento do texto presidencial aprovaram o 1º Regulamento da Instituição que compreendia um Conselho Nacional, um Departamento Nacional e Órgãos Regionais para atender todo o território nacional. Em dezembro de 1965 foi aprovado um novo regulamento pelo decreto nº 57375 do Presidente da República, Castello Branco.
Desde então o crescimento e a consolidação da entidade acompanharam o desenvolvimento industrial do País e o símbolo do SESI se tornou referência de excelência Nacional e Internacional.
Presidentes do CONSELHO NACIONAL/SESI | Nome | Período | Naturalidade |
| 16º Jair Antônio Meneguelli | 2003/... | São Paulo |
| 15º Leonor Barreto Franco | 1995/2003 | Sergipe |
| 14º Ministro Fanor Cumplido Junior | 1985/1994 | Minas Gerais |
| 13º Cláudio Eugênio Stiller Galeazzi | 1979/1985 | Rio de Janeiro |
| 12º Gilberto Mendes de Azevedo | 1967/1979 | Pará |
| 11º Hiaty Leal | 1967 | Paraíba |
| 10º Gen. Ovídio Saraiva de Carvalho Neiva | 1965/1967 | Rio de Janeiro |
| 9º Clóvis Mattos Sá | 1964/1965 | Paraíba |
| 8º Gen. Alberto de Assumpção Cardoso | 1964 | Rio de Janeiro |
| 3ª Junta Administrativa | 1964 | |
| Hiaty Leal | | |
| Eurico Amado | | |
| Orlando Laviero Ferraiolo | | |
| 7º Hugo de Araújo Faria | 1961/1964 | Rio de Janeiro |
| 6º Osmário Martins Ribas | 1961 | Paraná |
| 5º Pedro Paulo Penido | 1956/1961 | Minas Gerais |
| 4º Eurico de Aguiar Salles | 1955/1956 | Espírito Santo |
| 3º Helvídio Martins Maia | 1955 | Piauí |
| 2º Prudente de Moraes Netto | 1954/1955 | Rio de Janeiro |
| 1º Armando de Arruda Pereira | 1947/1954 | São Paulo |